quinta-feira, 30 de abril de 2009

Novas tecnologias ajudam a preservar tartarugas




Em Sergipe, novas tecnologias ajudam a preservar as tartarugas marinhas.

A vida segue seu rumo. Pra quem acabou de nascer o trajeto até o mar é longo e cansativo. Mas o instinto é mais forte e abre o caminho.

É temporada de reprodução das tartarugas marinhas. O litoral de Sergipe concentra o maior número de desovas da espécie oliva. Este ano os biólogos do Projeto Tamar contam com um importante recurso: uma estação meteorológica. O equipamento fornece informações que garantem uma melhor eficiência no monitoramento desses animais.

"A cada minuto registra na central todos os dados, como temperatura, índice pluviométrico, sensação térmica, direção e intensidade do vento", explica o engenheiro ambiental Adélio Francato.

É mais preciso. Ao contrário de outras temporadas, quando se perdia muito tempo na procura das tartarugas.

As informações sobre os fatores ambientais estão confirmando algumas suspeitas dos pesquisadores. A principal delas é a relação da desova com a intensidade e a direção do vento. Agora eles têm certeza de que as tartarugas preferem ventos mais fortes.

As saídas noturnas são bem planejadas e dão mais resultado.

"Abordando mais tartarugas, a gente conhece melhor o comportamento reprodutivo e consegue adequar melhor a estratégia de conservação", avalia a bióloga Jackeline Castilho.

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